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Chegou, viu...

por Henrique Monteiro, em 28.09.09

Legislativas no SAPO

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Anos de Cartoons



26 comentários

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De AXN a 03.10.2009 às 20:45

António Silva

Meu caro "amigo",
Vai entre comas por nem sequer nos conhecermos...!
E ao não me conhecer é óbvio que não sabe o meu nome e o significado da sigla AXN, que para o caso vale tanto como o seu "António Silva".
Você dá uma importância desmedida (para não dizer do c....arago) a um "doido varrido" que lhe 'inferniza' a paciência!
Mas gosta, e dá-lhe um gozo dos diabos, como confessa a seguir.
Acautele-se!
Poderão ser os seus primeiros sintomas de masoquismo.
Um 'abraço', até à próxima...
Aviso já, será a última (e explicarei porquê!)

- P.S. -

Continuo sem resposta...?!
Onde está o rol das verdades da D. Manuela?!!!
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De António Silva a 04.10.2009 às 19:17

Pois é, meu amigo! A disputa principal que nos levou ao confronto verbal já passou. Mas como quer que lhe esclareça quais as verdades da senhora (por quem até nem tenho ,uita simpatia), se ela nunca foi PM nem lhe conheço promessas que não cumpriu?
Agora do PM José Socrates a coisa é difenrente, porque durante mais de quatro anos fomos confrontados constantemente com promessas nunca cumpridas e com mentiras deslavadas, que por serem ditas com certo cinismo e teimosia, tentavam fixar-se no campo das verdades, mas que não chegaram a pegar, porque o povo português, embora pareça ser estúpido, sabe reagir (nem sempre com a firmeza necessária que as situações exigem. Foi assim que fez Goering no tempo de Hitler que dizia que "Uma mentira bem dita e muitas vezes repetida, acaba por ser verdade!..." e tem sido o método usado por José Socrates.
Não sei se esta explicação afecta a sua costela política, mas mesmo que seja correlegionário (ou correlegionária?) tem a consciência das caricatas situações vividas em Portugal.
Para não me estender muito, acho que lhe dei uma explicação sobre o que queria saber sobre as verdades. Esta foi a explicação pedagógica da nossa conversa e, sobre isso, acabou. Daqui em diante a conversa pasará a ser outra.

PS
Devo informá-lo (a) de que nunca na minha vida fugi aos compromissos nem tão pouco aos confrontos, porque sou um lutador inveterado que não cede ao primeiro obstáculo que lhe aparece pela frente, como aconteceu com o amigo (a).
Mas francamente! Depois de um começo mais ou menos cordial, o senhor (ou senhora), entrou outra vez pelo camibgo da indecência e da malcriadez.
E como apesar do meu (masochismo!?... como diz que sou) tenho ainda uma dere de paciência para o/a aturar as suas imbecilidades.
Por agora ficamos por aqui. Mas se me esclarecer qual o sexo do meu contendor, naturalmente que modificarei a filosofia do discurso, uma vez que com uma senhora não se usdam os mesmos termos como para um "cavalheiro?" que tem sido desbragado.


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