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Surpresa positiva

por Henrique Monteiro, em 10.11.14

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14 comentários

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De Acredira Siul a 10.11.2014 às 14:52

A actual coligação (des)governamental e respectivos partidos podem perder as eleições, mas, se não se virar o País do avesso, o povo não irá ter surpresas agradáveis. Alternância não é alternativa, e, segundo o que consta, o que vamos ter é alternância de poder. Mais do mesmo, mudam-se umas ratazanas, mas ficam muitos ratos!
Só resta à maioria do povo ganhar coragem, dar ao País o abanam que precisa e sacudir todo o lixo politico do poder.
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De MA a 10.11.2014 às 15:35

O povo já fez isso, não se lembra? Eu, por acaso, até me lembro bem, porque andei lá metido. Foi o 25 de Abril! E veja onde é que a "democracia" meteu o "povo" de que você fala...
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De Acredira Siul a 10.11.2014 às 16:12

Essa de andar lá metido não me diz nada. No pós 25-04-74 só havia democratas....muitos com "máscara".
A grande maioria do povo é politicamente inculto e acredita até nos maiores trafulhas da política, por isso lá os foi metendo. Agora é vitima desses abutres que foram assaltando o poder com base em mentiras. Portanto, as sociedades não são estáticas e precisam de safanões de limpeza, esta é altura de o fazer, sob pena da nova forma de escravidão se acentuar.

Se o sr está de acordo que as coisas se mantenham como estão, lá saberá porquê! Por mim já ontem era tarde.
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De MA a 10.11.2014 às 22:24

Se isso não lhe diz nada, só posso ter pena por si! Sobre os outros raciocínios que faz, mormente o facto de eu "estar de acordo que as coisas se mantenham como estão" é, só, um abuso da sua parte. Não lhe disse isso e, em consequência, é abusivo da sua parte partir do principio de que eu o penso. A única coisa que eu lhe disse foi que, em relação à sua chamada de atenção de que o povo devia "dar um abanam (?) ao País", o mesmo já o tinha feito e que, daí, não lhe tinha advindo muitas melhorias. Até você mesmo o confirma quando, agora, diz que "a maioria do povo é politicamente inculto". Nem nisso melhorámos.
Já agora, e porque vem a talhe de foice, deixe-me dizer-lhe que a sua opinião sobre a forma de resolver os actuais problemas da nossa democracia, não são lá muito "democratas"!
O meu comandante militar, dizia-nos muitas vezes: Ás vezes, é preciso ter a coragem de desobedecer ás ordens!
Agora, ter coragem para desobedecer ás ordens, é uma coisa! Fazer uma revolução a cada 40 anos, é outra!
E em democracia, não se fazem revoluções!
Em democracia, usa-se o voto!
Cpts
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De Acredira Siul a 11.11.2014 às 00:21

O tom do seu primeiro comentário mais não é que uma critica ao povo português, podendo facilmente deduzir-se que mais valia estar quieto e deixar estar o antigo regime como estava. Da mesma forma se pode deduzir que também agora não vale de nada alterar o estado em que está a democracia e o País.

Se entende que há abuso da minha parte na interpretação das suas palavras, ou é do meu analfabetismo ou da sua falta de objectividade. Talvez a minha resposta não lhe tenha agradado e o seu melindre seja demasiado sensível.

Quem é o sr para colocar em causa o meu carácter democrático? Quem falou em revolução não fui eu! Quem o pode acusar de abuso sou eu, porque coloca palavras no meu discurso que não escrevi.

Já agora, qual o mal se houvesse uma revolução a cada 40 anos? Apesar de tudo quanto de mau terá trazido a revolução de 25-04-74, ela proporcionou um desenvolvimento nunca antes visto. Feito o balanço, ele será positivo. Quem me diz que tb o sr terá tido oportunidades na vida que não teria se não se tivesse dado a revolução!?

As revoluções fazem-se sempre que o povo esteja disponível, tenha motivos fortes e haja condições objectivas para tal.
Se sabe alguma de história, saberá que são sobretudo as revoluções a proporcionar os grandes avanços sociais, humanos e tecnológicos.
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De Anónimo a 11.11.2014 às 09:45

Estive a qui a ler os vossos comentários na diagonal... curioso como hoje em dia pessoas que estão a debater o mesmo assunto, e que geralmente até têm a mesma opinião não conseguem chegar a um consenso :)

não sou a favor de revoluções mas é óbvio que se pode chegar a um ponto em que "quem não se sente não é filho de boa gente".

sou totalmente pró-democracia mas acredito que este modelo de eleição é que está podre. Ficámos presos a este modelo desde a chegada da democracia mas que nunca mais teve ajustes de fundo que previnam situações que qualquer um de nós considera desprovidas de qualquer sentido. qualquer criança de 5 anos, se lhe explicarmos certos assuntos devidamente perceberia isto.

Assim a questão de fundo é: porque raios nunca se formula uma solução para cada uma das barbaridades que vemos acontecer sem qualquer controlo no dia a dia noticioso? as coisas acontecem, um presidente diz "ais que os meninos são maus!" mas não age, um primeiro assobia para o lado, as questões sucedem-se e não se faz nada.

Temos que ser nós a organizar uma pequena revolução para cada uma destas situações em concreto porque uma revolução "sabe-se lá porquê" também não resolve!

mas sair do sofá para reclamar e ser visto na rua pelos amigos com uma cartolina na mão... tá quieto ó mau!


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De MA a 11.11.2014 às 12:58

Bem, eu também não tenho muitas dúvidas de que temos a mesma opinião sobre a actual situação vigente. O que temos é idéias muito dispares de como aqui chegámos e como daqui sairmos...
Para mim, em democracia, as coisas são muito simples: as pessoas não concordam com uma coisa, votam contra! Se a sua opinião, no final, não colhe, esse seu direito e liberdade acaba ali mesmo e só tem que aceitar a escolha do mesmo direito e liberdade do colectivo! Nem mais, nem menos. Mesmo que, e tantas vezes isso acontece, o tempo venha provar que a minoria é que tinha razão.
Quando a utilização do voto é cerceado ou inexistente, faz-se uma revolução! Quando existe democracia, usam-se os votos! Tão simples, quanto isto.
Já as suas "pequenas revoluções" de que fala, de cartolina na mão, acho que são um acto de plena cidadania e, como tal, têm que ser respeitadas por todos.
No fundo, repito, não é a situação em si que afasta os portugueses. É a forma como sair dela!
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De MA a 11.11.2014 às 12:38

Vamos lá a ver se nos entendemos...
Quando diz que "o povo precisa de dar ao país o abanam que precisa" refere-se, exactamente, a quê, pode-se saber?
Estará, porventura, a referir-se a um "abanar os colarinhos", apertando-lhes o pescoço, ao Presidente da República, ao 1º ministro e aos restantes políticos? Ou a dar-lhes uma barrigada, como os putos na escola?
Quando diz que "a grande maioria do povo português é politicamente inculto", refere-se a quê, tambem exactamente?
Ao facto de, na utilização dos votos, até hoje, não o ter feito de acordo com aquilo que você acha que deviam ter feito? Pelos vistos, você é politicamente culto, mas a grande maioria não! Não lhe lembra a anedota do inglês que vem ao continente e começa a berrar dizendo que vêem todos em contramão, menos ele?
Quando você afirma que eu não posso por em causa o seu sentido democrático, mas diz que o "povo precisa de dar um abanam ao país", quando vivemos numa democracia consolidada de 40 anos, em que cada um vota segundo a sua consciência e livre arbítrio, e que responde que os que "andaram no 25 de Abril, não lhe diz nada", o que é que lhe parece?
Já agora, se VOCÊ soubesse alguma coisa de história, saberia que não são "essas" revoluções que trazem "grandes avanços humanos, sociais e tecnológicos", como afirma! Essas trazem, sim, alterações ao status-quo, novas idéias e, também muitas vezes, novas ditaduras. As "revoluções" que trouxeram aquilo que diz foram as revoluções do paleolitico, a agrícola, a industrial, a do capital, etc., etc. Também, e infelizmente, um dos grandes motores dos avanços tecnológicos são, veja só, as guerras!
Já sobre o meu melindre, não se preocupe. Ele está bem de saúde e recomenda-se!
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De AP a 11.11.2014 às 19:23

discordo numa coisa: "cada um vota segundo a sua consciência e livre arbítrio".

tal como disse acima, o sistema de voto nestes moldes está podre. o nosso voto não elege os melhores para a função, ou para as funções. ele serve apenas para confirmar "democraticamente" escolhas que já foram feitas de acordo com os interesses de uma minoria no poder. serve para dar a famosa "legitimidade democrática" que é na verdade uma pantominice e uma farsa completa e total. e não saímos disto. eu nunca vi nenhuma das empresas líderes mundiais nos seus ramos a cada 4 anos procederem a uma eleição do CEO e com este a trazer atrás uma equipa completa para substituir cada um dos cargos existentes. eram todos incompetentes? não haveria por lá nenhum a fazer um bom trabalho?

nestes moldes o que temos é o seguinte:

levamos uma chapada da esquerda e ficamos com a cara virada para a direita. levamos uma chapada da direita e ficamos com a cara virada para a esquerda. e o que ganhámos até agora com este sistema esplêndido? chapadas no focinho.
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De MA a 11.11.2014 às 21:06

Na essência, estou perfeitamente de acordo consigo. Não foi por acaso que eu comentei, no inicio e com outro interlocutor, que o povo já tinha feito uma revolução e que, também na essência da "liberdade de voto", pouca coisa tinha mudado. Obviamente que não estou a dizer que não houve mudanças nem melhorias nesses aspecto, mas a verdade é que o facto de poder votar em liberdade não serve de muito se, por motivos vários, estivermos limitados nas escolhas que podemos fazer.
Ou, dizendo de outra forma, de que vale podermos deslocar-nos para onde quisemos se não temos dinheiro para o fazer?
Ou, ainda, de que vale podermos votar em liberdade, se só temos políticos incompetentes e corruptos em quem votar, e que só vão para o governo para se governarem em vez de governarem o país?
E reitero o que disse antes: em democracia, usa-se o voto!
Ademais, de que servem as revoluções se nada muda?
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De Anónimo a 10.11.2014 às 19:44

Albuquerque e os alibábás

Se não esqueceram ainda as promessas de Seguro,
não entenderam as de António Costa,..
Se um trazia pescadinhas-de-rabo-de boca,
outro trará pastéis-de-bacalhau ah posta.
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De Camões a 10.11.2014 às 22:07

«SURPRESA POSITIVA»

Depois de defraudadas todas as expectativas,
Diz a das Finanças: «em 2014 não há condições,
Mas no 2015 haverá surpresas muito positivas…
Os sósias do costume vão ganhar as eleições!»

POETA
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De Silva a 10.11.2014 às 23:31

Acho que o Governo está a fazer o que é possível num país atado pelos interesses coorporativos. Quase toda a gente quer viver à custa do Estado e quando se tenta diminuir o número de dependentes, os interessados, que do estado necessitam, caem em cima do Governo.
Antes de criticar mal um governo devemos, como cidadão, dar o exemplo, viver segundo as nossas possibilidades. Afinal o Governo é o retrato de uma sociedade.
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De AP a 11.11.2014 às 09:47

e rasgar com essas ligações aos interesses corporativos?

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